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Cegueira Empresarial

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A Erva-de-passarinho é uma planta parasita que ataca normalmente as árvores, sugando sua seiva e com o passar do tempo, se não for removida normalmente causa a morte da espécie atacada.

Recebeu esse nome porque suas sementes são ingeridas pelos pássaros e mais tarde eliminadas junto com as fezes que são depositadas nos galhos mais altos das árvores. Nasce com este fato uma relação interespecífica que desarmoniza, desestabiliza e cria a situação que podemos chamar de parasitismo, em que somente o parasita, se beneficia e tira proveito da relação.

Mas o que tem a ver esse assunto com o mundo corporativo?  Nas plantas o parasitismo acontece quando um vírus, bactérias, protozoários, fungos, vermes, insetos e até mesmo alguns vegetais se instala no corpo de outro com a finalidade única de extrair alimento e moradia, restando ao outro a única condição de hospedeiro. Uma relação egoísta que vai prejudicar e enfraquecer suas funções orgânicas, oprimir lentamente sua força e gerando doenças na parte afetada.  

Do topo para baixo a relação é de domínio e passa sufocar qualquer tentativa de sobrevivência, pois, desde a sua germinação inicia-se o processo de exploração, lesão e aniquilação final, então a árvore bela e saudável de antes já não existe mais.                             

Nas empresas e organizações o efeito “Erva-de-passarinho” pode causar danos irreparáveis como: Enfraquecimento, doenças e até mesmo levá-la ao desaparecimento do mercado, mesmo sendo uma empresa forte, rentável e completamente saudável. O processo é o mesmo do que acontece nas plantas. A empresa passa a ser hospedeira ao receber o parasita desde sua “chegada” até o ataque e golpe final, e muitas vezes não tem força para reagir e tentar uma mudança.

Esse vírus, fungo ou bactéria é de difícil combate e penetra nas células organizacionais da corporação, desencadeia o processo degenerativo tornando-se impossível prever em quanto tempo a empresa hospedeira levaria para se desintegrar e isso é exatamente igual ao que acontece com uma árvore afetada.

O tempo de vida da empresa pode depender da sua atenção e visão em perceber o caminho errado que está percorrendo e isso não é muito fácil, pois, os vírus estão programados para desviar a atenção e provocar falsas ilusões tornando o olhar e a percepção já contaminada dos líderes em imagens turvas e nebulosas. A este vírus, vamos batizá-lo de “MV” Mega Vampirismo” e ao descrevê-lo, logo o identificará.

Ele está sempre ao lado do chefe e dos diretores, daqueles que detém o poder, diz sempre o eles querem ouvir, é o que concorda com tudo o que o chefe diz, é capaz de arrumar sua gravata e limpar seu paletó na hora da foto, quando o patrão fala, “ele” balança a cabeça  positivamente como as vaquinhas de presépios e se o chefe disser que vermelho é lindo o vírus diz:___ Não, é maravilhoso, é bárbaro!

Está sempre disposto a agradar o chefe, pelo menos em sua frente, é capaz de colocá-lo em contato facilmente com alguém importante que conheça, joga bem no meio do campo e normalmente se o chefe ainda não percebeu, o vírus é um enorme puxa saco.  Portanto, se sua empresa for contaminada por esse vírus ele logo se espalhará pelos cantos, setores, departamentos, gerências de forma aniquiladora e irrecuperável.

Estará presente nos pontos chave de sua empresa, onde “os vírus” agora multiplicados viverão sugando e contaminando-a até levá-la a morte. Normalmente esse tipo de vírus não deseja mudanças, combate a inovação, criatividade e provoca um conturbado relacionamento de uma grande parte dos funcionários, por ser desagregador, ele é uma pedra e não muda, está sentado sobre o comodismo sedimentado de anos e anos que o tornaram o vírus que é.
         
Mas a essa altura você pode estar se perguntando: Existe remédio para erradicação doMV que se instalou em minha organização? É claro que existe, mas, é preciso ter vontade, é fundamental querer e ter desprendimento para que a solução apareça.         

O combate a este mal é idêntico ao combate na natureza e podemos afirmar que temos muito a aprender com a mãe natureza. O derradeiro e único remédio vem por meio da poda e como já vimos, essas ervas são bastante visíveis, ficam graúdas, ficam exuberantes e fáceis de serem notadas.                                             

A ação cabe a você e em alguns casos além da poda talvez seja necessária uma raspagem, pois, é comum mesmo com todo o cuidado, permanecer algumas sementes pequeninas grudadas em alguma parte e lá estará latente, em “stand-by”, esperando apenas a melhor estação para germinar. Saber o que precisa ser feito nós já sabemos, no entanto, fica a pergunta que merece sua resposta, nós queremos fazer o que precisa ser feito? Muitas vezes a decisão deve ser drástica, e extirpar o vírus, pode representar além da raspagem e da poda, até mesmo cortar a árvore contaminada, para não contaminar as outras ao lado.                                              

A intenção deste artigo é de despertar a visão de vocês, líderes empresariais para certas manobras Intempestivas de certos oportunistas no sentido de manipular o poder, e conduzi-lo a favor de poucos e assim destruir o futuro brilhante de uma organização.

Neste espaço, falamos do “MV”, mas, existem outros parasitas igualmente tenebrosos.
Fiquem de olhos bem abertos!

Paulo Azevedo – Administrador & Consultor de Empresas.

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"É devagar que o escuro se torna claro”! João Guimarães Rosa In: Grande Sertão Veredas Com uma vasta experiência em liderança, respaldada pelos 19 (dezenove) anos em cargos de Gerências Administrativas e de Vendas no Grupo Varig, Paulo Azevedo é hoje um dos melhores consultores empresariais no mercado. Seus métodos e técnicas ao ministrar palestras e cursos, encantam a todos aqueles que participam, de forma lúdica e educativa, austera e extrovertida sem, contudo, perder-se em proselitismos".

André Luis Godoy Rosa
Scarpelli Pesquisa de Mercado (Executivo)

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